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dc.contributor.advisorMenezes, Marta Silva-
dc.contributor.advisor-coMatos, Marcos Antonio Almeida-
dc.contributor.refereesAndrade, Alcina Marta de Souza-
dc.contributor.refereesGodoy, Ana Leonor Pardo Campos-
dc.contributor.refereesRamos, Regina Terse Trindade-
dc.contributor.authorMendonça, Dilton Rodrigues-
dc.date.accessioned2016-10-21T20:31:54Z-
dc.date.available2016-10-21T20:31:54Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.urihttp://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/250-
dc.description.abstractIntrodução: A intoxicação aguda representa um dos principais acidentes na infância e configura-se como um importante problema de saúde pública pela alta frequência e relevante custo de atenção à saúde. Objetivos: Descrever as características clínico-demográficas das intoxicações agudas, identificando os principais agentes tóxicos. Métodos: Estudo de série temporal, descritivo, das intoxicações agudas em crianças de 0 a 14 anos, atendidas no Hospital Geral Roberto Santos e pelo Centro Antiveneno da Bahia, no período de 1º de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2012. A coleta de dados foi realizada nos prontuários e nas fichas de notificação, sendo estudadas as variáveis que compreenderam as características dos eventos e dos agentes tóxicos, a evolução clínica e os desfechos. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e também foi realizada análise fatorial de correspondências múltiplas. Resultados: Foram registrados 657 casos, com predomínio na faixa etária até quatro anos (53,3%), no sexo masculino (53,4%) e na zona urbana (93%). A residência foi o local de maior frequência desses acidentes (73%) e a via de intoxicação foi a oral em 56,9% dos casos. As ocorrências foram acidentais em 92% dos casos e 5,8% foram por tentativas de suicídio. Entre os agentes tóxicos, predominaram os medicamentos (28,6%), animais peçonhentos (19,3%), animais não peçonhentos (10,2%), produtos domissanitários (9,0%) e raticidas (8,7%). Os medicamentos e os produtos domissanitários predominaram em crianças menores de cinco anos e os envenenamentos por animais peçonhentos na faixa etária de 5 a 14 anos. Foi observado aumento dos acidentes por raticidas em todo o período do estudo, com maior frequência em crianças de um a quatro anos e de 10 a 14 anos. A maioria dos casos foi caracterizada como leve (73,5%) e a cura foi confirmada em 98,3% dos acidentes. Cerca de 17,8% dos pacientes necessitaram de internamento e a letalidade foi baixa (0,5%). Conclusões: A intoxicação acidental é frequente em crianças até quatro anos, especialmente causada por medicamentos e domissanitários. Os animais peçonhentos foram os principais agentes que motivaram internamento. A maioria dos acidentes por raticidas foram por produtos clandestinos, sendo causa importante de tentativas de suicídio no início da adolescência. Estas intoxicações, entretanto, apesar das complicações observadas, apresentaram baixa letalidade.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola Bahiana de Medicina e Saúde Públicapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Tecnologias em Saúdept_BR
dc.publisher.initialsEBMSPpt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectIntoxicações agudaspt_BR
dc.subjectEnvenenamentopt_BR
dc.subjectAcidentespt_BR
dc.subjectCriançaspt_BR
dc.titleIntoxicaçoes exógenas agudas em crianças e adolescentes em um hospital público na bahiapt_BR
dc.typedissertaçãopt_BR
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