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dc.contributor.advisorFilho, Bernardo Galvão Castro-
dc.contributor.refereesMarback, Roberto Lorens-
dc.contributor.refereesMatos, Marcos Antonio Almeida-
dc.contributor.refereesGrassi, Maria Fernanda Rios-
dc.contributor.authorSouza, Maria Auxiliadora Monteiro de-
dc.date.accessioned2017-08-16T18:17:25Z-
dc.date.available2017-08-16T18:17:25Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.urihttp://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/413-
dc.description.abstractA Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma manifestação clínica tardia causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). A infecção pelo HIV leva a imunossupressão progressiva, principalmente da imunidade celular, caracterizada por uma acentuada diminuição do número de linfócitos T CD4+. Frequentemente, esse desequilíbrio causa doença ocular, que pode ser resultado de infecções oportunistas ou neoplasias. Manifestações oculares são comuns em mais de 70% dos pacientes com imunodeficiência adquirida ao longo do curso da doença. O objetivo desse estudo foi descrever as alterações oftalmológicas mais prevalentes em um grupo de pacientes infectados pelo HIV, em dois centros de referência em Salvador-Bahia. Realizou-se um estudo transversal, envolvendo 81 pacientes portadores do HIV-1, no período de novembro de 2004 até setembro de 2007. Esses pacientes foram provenientes da Unidade Docente de Assistência em Infectologia (UDAI) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e do Serviço de Infectologia do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) e foram atendidos, respectivamente, 60 pacientes no ambulatório de oftalmologia da Fundação Bahiana para o Desenvolvimento das Ciências (FBDC) e 21 pacientes no ambulatório de oftalmologia do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS). Quanto aos resultados, a maioria dos pacientes foi assintomática do ponto de vista oftalmológico(51,8%), e destes, 100% encontrava-se em uso de TARV. A queixa oftalmológica mais comum foi visão embaçada, com 25,9% do total de pacientes. Quanto aos anexos oculares, blefarite foi o diagnóstico mais encontrado, com 4,9% do total de pacientes. Em segmento anterior a uveíte foi o diagnóstico mais prevalente, acometendo 2,4% dos pacientes avaliados. Quanto ao segmento posterior, as alterações retinianas foram as mais prevalentes, acometendo 14,8% do total de pacientes, sendo que destas, a alteração mais encontrada foi retinite por citomegalovírus (3,7%). Conclusões: Houve influência positiva do uso de TARV, melhorando imunologicamente os pacientes, pois 100% dos pacientes assintomáticos estavam em uso da HAART. Dentre as doenças retinianas, a de maior prevalência foi retinite por CMV, porém os resultados deste estudo sugerem uma redução na prevalência geral de retinite por CMV, fato este explicado pelo uso da TARV na maioria dos pacientes. Houve uma confirmação da feminização e da pauperização da AIDS e da mudança de padrões de categoria de exposição, com aumento da prevalência em heterossexuais.pt_BR
dc.description.sponsorshipSecretaria de Saúde do Estado da Bahia - SESAB Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola Bahiana de Medicina e Saúde Públicapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina e Saúde Humanapt_BR
dc.publisher.initialsEBMSPpt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectHIVpt_BR
dc.subjectHAARTpt_BR
dc.subjectManifestações ocularespt_BR
dc.subjectRetinites por CMVpt_BR
dc.subjectUveítespt_BR
dc.titleAlterações Oftalmológicas em Grupo de Pacientes Portadores de Hiv-1 em Salvador-Bahiapt_BR
dc.typedissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado

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