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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorLima, Manuela Garcia-
dc.contributor.refereesPradella-Hallinan, Márcia Lurdes de Cacia-
dc.contributor.refereesAndrade Filho, Antonio de Souza-
dc.contributor.refereesRamos, Regina Terse Trindade-
dc.contributor.authorGomes, Amaury de Machado-
dc.date.accessioned2015-04-10T19:30:28Z-
dc.date.available2015-04-10T19:30:28Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.urihttp://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/42-
dc.description.abstractCrianças podem apresentar distúrbios respiratórios do sono (DRS), que incluem o Ronco Primário (RP) e a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS). O padrão ouro para diagnóstico é a polissonografia (PSG) e a principal causa é a hipertrofia adenotonsilar (HAT), sendo a adenotonsilectomia o tratamento mais adequado. Os DRS levam a inúmeras complicações e repercussões na qualidade de vida (QV) e para avaliá-la são utilizados questionários com respostas dos pais ou cuidadores responsáveis. Objetivos: avaliar a qualidade de vida de crianças com DRS, comparar crianças com Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) e sem apneia (RP) e identificar qual ou quais os domínios do questionário OSA-18 estão mais comprometidos. Casuística, material e métodos: estudo transversal com amostragem consecutiva de demanda espontânea em crianças com história de roncos e/ou apneia, com hiperplasia das tonsilas palatinas ou adenoides. O grau de obstrução das tonsilas palatinas foi identificado pela classificação de Brodsky e das tonsilas faríngeas (adenoide) foi aferido pela videonasofibrolaringoscopia, sendo a qualidade de vida avaliada pelo questionário OSA-18. O diagnóstico de SAOS e RP foi realizado através da PSG. Resultados: participaram 59 crianças com média de idade entre 6,7±2,26 anos. O escore médio do OSA-18 foi 77,9±13,22 e os domínios mais prevalentes foram: “preocupação dos responsáveis” (21,8±4,25),“perturbação do sono”(18,8±5,19) e “sofrimento físico”(17,3±5,00). O impacto foi pequeno em 6 crianças (10,2%), moderado em 33 (55,9%) e grande em 20 (33,9%). RP foi encontrado em 44 crianças (74,6%), SAOS em 15 (25,6%); sendo graus: leve 6 crianças (10,2%), moderado em 1 (1,7%) e acentuado em 8 (13,6%). SAOS tem o domínio “sofrimento físico” mais afetado que RP (p=0,04). Houve ausência de correlação entre o escore OSA-18 e o grau de obstrução faríngea (r= 0,18; p=0,17) e palatina (r= 0,04; p=0,74). Não houve diferença entre o escore OSA-18 e os grupos RP, SAOS leve, moderada e acentuada (p=0,07). O IA (r=0,22; p=0,08) e o IAH (r=0,14; p=0,26) não se correlacionaram com OSA-18. Conclusão: Os DRS causaram impacto de moderado a grande na QV e os domínios mais afetados foram: “preocupação dos responsáveis”, “perturbação do sono” e “sofrimento físico”. As crianças portadoras de SAOS tiveram o domínio sofrimento físico mais afetado que RP. O escore do OSA-18 não se correlacionou com RP, SAOS, IA, IAH.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola de Medicina e Saúde Públicapt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação de Mestrado e Doutorado em Medicina e Saúde Humanapt_BR
dc.publisher.initialsEBMSPpt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectCriançaspt_BR
dc.subjectApneia do sonopt_BR
dc.subjectRoncopt_BR
dc.subjectDistúrbio respiratório do sonopt_BR
dc.titleQualidade de vida em crianças com distúrbios respiratórios do sonopt_BR
dc.typedissertaçãopt_BR
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