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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorCorreia, Luís Cláudio Lemos-
dc.contributor.refereesFeitosa Filho, Gilson Soares-
dc.contributor.refereesMenezes, Marta Silva-
dc.contributor.refereesDurães, André Rodrigues-
dc.contributor.authorLopes, Joao Ricardo Pinto Lopes-
dc.date.accessioned2018-08-20T11:23:25Z-
dc.date.available2018-08-20T11:23:25Z-
dc.date.issued2018-04-13-
dc.identifier.urihttp://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/1885-
dc.description.abstractFUNDAMENTO: Exames complementares são considerados “inapropriados” quando sua indicação tem menor probabilidade de gerar efeitos benéficos do que consequências negativas. O baixo potencial de benefício decorre do baixo rendimento destes testes em detectar alterações relevantes, que promoverão mudanças benéficas de conduta. No entanto, a realização de exames inapropriados é prevalente e pouco se sabe sobre a noção dos pacientes a respeito da inutilidade destas indicações. OBJETIVO: Descrever a frequência de achados relevantes em ecocardiogramas inapropriados e avaliar a concordância entre pacientes e cardiologistas quanto à utilidade das indicações inapropriadas. MÉTODOS: Em clínica de referência no estado da Bahia, foram selecionados adultos sem doença cardiovascular conhecida, referidos para realização de ecocardiograma por indicações inapropriadas, segundo critérios de adequação propostos pelo Colégio Americano de Cardiologia. Achados relevantes foram definidos como qualquer alteração de grau moderado ou acentuado, de acordo com a classificação da Sociedade Americana de Ecocardiografia. A partir de questionário parametrizado para avaliar a percepção de utilidade do exame, foi testada a concordância entre pacientes submetidos ao ecocardiograma e os médicos que solicitaram o exame. RESULTADOS: Incluídos 500 pacientes, idade 52 ± 17 anos, sendo 47% homens. Apenas 17 pacientes apresentaram alguma alteração relevante, proporção de 3,4% (IC 95% = 2–5,4%). As alterações mais frequentes foram as valvares em 8 pacientes e disfunção diastólica grau II em 6 pacientes. Analisados 97 exames para a concordância de pacientes e cardiologistas. Na pergunta “Esse exame é muito necessário?”, 92% dos pacientes responderam positivamente, comparados a 5% dos cardiologistas (Kappa negativo de 0,04; P=0,01). Na pergunta “Qual a chance de identificar alteração cardíaca significativa?” - 90% dos pacientes responderam ‘grande chance’, comparados a 6% dos cardiologistas (kappa negativo de 0,04; P=0,021). CONCLUSÃO: A frequência de achados relevantes foi baixa em ecocardiogramas inapropriados e a percepção de pacientes e cardiologistas é discordante quanto à sua utilidade.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola Bahiana de Medicina e Saúde Públicapt_BR
dc.publisher.programMedicina e Saúde Humanapt_BR
dc.publisher.departamentBAHIANApt_BR
dc.publisher.initialsBAHIANApt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectEcocardiograma. Inapropiado. Utilidade.pt_BR
dc.titleO instigante fenômeno do ecocardiograma inapropriado: inutilidade do exame e diferente perspectiva entre médicos e seus pacientespt_BR
dc.typetesept_BR
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