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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorBrito, Milena Bastos-
dc.contributor.advisor-coMatos, Marcos Antônio Almeida-
dc.contributor.refereesPires, Cláudia Geovana da Silva-
dc.contributor.refereesPinto, Elen Beatriz Carneiro-
dc.contributor.refereesJesus, Pedro Antonio Pereira de-
dc.contributor.authorSantos, Ana Maria Cruz-
dc.date.accessioned2018-11-09T17:49:05Z-
dc.date.available2018-11-09T17:49:05Z-
dc.date.issued2018-04-27-
dc.identifier.urihttp://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/2588-
dc.description.abstracta epilepsia afeta 65 milhões de pessoas em todo o mundo. É definida como a ocorrência de duas ou mais crises epilépticas que resultam de uma descarga anormal de neurônios. Mulheres com epilepsia enfrentam desafios específicos relacionados à doença. Objetivo: avaliar a Qualidade de Vida em Saúde (QVS) de mulheres em idade fértil com epilepsia. Método: estudo de corte-transversal, comparando dois grupos, um com e outro sem epilepsia. A coleta de dados foi realizada através de entrevistas individuais à medida em que as mulheres compareciam aos ambulatórios para consulta e preenchiam os requisitos dos critérios de inclusão e exclusão. Os instrumentos utilizados eram relacionados ao perfil socioeconômico, demográfico e clínico e questionário(s) sobre QV (WHOQOL-bref e QOLIE-31). As informações foram registradas em banco de dados digitais, utilizando o software Statiscal Package for Social Sciences (SPSS). A análise estatística foi feita com Teste Exato de Fisher, Mann-Whitney e Regressão Linear Multivariada. Foi considerado p < 0,05 como medida de significância. Resultados: foram incluídas 80 mulheres com média de idade de 28,2 anos. Observou-se que as mulheres em idade fértil com epilepsia apresentaram QVS menor do que mulheres em idade fértil sem epilepsia e os grupos eram similares em relação à maioria das características sociodemográficas. Contudo, o percentual de mulheres com epilepsia fora do mercado de trabalho (57,5% vs. 30%; p=0,012) e com comorbidades clínicas (27,5% vs. 7,5%; p=0,018) e psiquiátricas (20% vs. 0%; p=0,003) foi maior do que o de mulheres sem epilepsia. As variáveis clínicas associadas e que inluenciam na piora QVS foram: controle de crises e efeitos adversos de DAEs (drogas antiepilépticas). Conclusão: a epilepsia influencia negativamente na QV das mulheres em idade fértil e variáveis clínicas e o controle das crises e efeitos adversos das DAEs podem ter influência sobre a QVS nessa população.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola Bahiana de Medicina e Saúde Públicapt_BR
dc.publisher.programTecnologias em saúdept_BR
dc.publisher.departamentBAHIANApt_BR
dc.publisher.initialsBAHIANApt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectEpilepsia. Qualidade de Vida. Mulheres.pt_BR
dc.titleQualidade de vida em saúde das mulheres em idade fértil com epilepsiapt_BR
dc.typedissertaçãopt_BR
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