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Título: Abordagem terapêutica da coalescência das ninfas na infância uma revisão sistemática
Autor(es): Silva, Mariana Baraúna da
Palavras-chave: Doenças da vulva
Tratamento Farmacológico
Estrogênios
Separação Manual
Data do documento: 2023
Resumo: INTRODUÇÃO: A coalescência das ninfas representa a adesão dos lábios internos da genitália feminina, que pode ocorrer de maneira parcial ou completa. Trata-se de uma doença da vulva normalmente assintomática, mas, em alguns casos, podem aparecer sintomas associados, como alteração do fluxo urinário, disúria e prurido. No que tange ao tratamento da sinequia vulvar, ainda existem dúvidas em relação ao seu manejo, existindo a possibilidade de o tratamento ser realizado por medicamentos ou pela via cirúrgica, existindo divergências entre os autores quanto a preferência de cada terapêutica. OBJETIVO: O objetivo desse projeto é comparar a eficácia do tratamento farmacológico e cirúrgico para a coalescência das ninfas na infância. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão sistemática na literatura realizada através das bases de dados eletrônicas: Central, PubMed, Scielo e Lilacs. Foram incluídos artigos em inglês, português e espanhol, no período de 2005 até 2022. Incluiu-se artigos de delineamento experimental ou observacional, em que a população englobe meninas no período da infância. RESULTADOS: Foram encontrados 67 artigos na estratégia de busca, mas apenas 4 foram incluídos nesta revisão, sendo apenas um ensaio clínico randomizado duplo-cego. Os casos com resolução completa a partir do tratamento com estrogênio variaram entre 34,9-36%, já o tratamento com emoliente obteve 19% de resolução completa. O tratamento cirúrgico (separação manual) apresentou até 100% de resolução completa. A recidiva é descrita em apenas um dos estudos, sendo 44% para o estrogênio e 20% separação manual. CONCLUSÃO: Em relação ao tratamento medicamentoso, o estrogênio é opção mais utilizada, sendo mais eficaz que o uso do emoliente. Por sua vez, a abordagem cirúrgica, possivelmente, resulta em desfechos mais positivos, incluindo uma menor taxa de recidiva. Todavia, para uma maior confiabilidade, é necessário que mais ensaios clínicos sejam realizados, para que, de fato, seja avaliado a eficácia dos tratamentos.
URI: https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/7052
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